Convulsões

Mais de 90% tem informado que tem convulsões porém esta pode ser uma sobrestimativa porque os informes médicos tendem a estudar os casos mais severos. Menos de 25% tem convulsões antes dos 12 meses de idade. A maioria tem convulsões antes dos três anos de idade; a incidência em meninos maiores ou em adolescentes não é excepcional. As convulsões podem ser de qualquer tipo ( do tipo motor afetando todo o corpo com movimentos das extremidades; ausências que duram períodos breves de perda de consciência ), e pode requerer medicações múltiplas anticonvulsivas . As convulsões podem ser difíceis de reconhecer ou diferenciar de tremores normais do menino, movimentos hiperquinéticos de extremidades ou faltas de atenção. O EEG ( Eletroencefalograma) típico, é freqüentemente mais anormal do que o esperado e podem indicar atividade convulsiva mesmo que ainda não manifestada.

Não existe consenso acerca da medicação anticonvulsiva ótima, porém existem modelos de uso que são mais freqüentes. As medicações anticonvulsivas de uso nas crises motoras de menor intensidade( ácido valpróico, clonazepan, etc ) são prescritas mais freqüentemente do que as que se utiliza para crises de maior intensidade ( diphenylbydantoin, phenobarbital, etc ). É preferível o uso de uma medicação única porém é comum que as crises continuem. Se tem colocado alguns meninos com convulsões incontroláveis em dieta citogênica, porém não está claro o seu benefício. Meninos com S.A tem o risco de ser sobretratados com medicação porque podem ser confundidos seus movimentos espásticos ou faltas de atenção com convulsões e podem indicar no EEG anormalidades mesmo quando as crises convulsivas estão controladas.